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How-to: Sistema de ficheiros ZFS

Conclusão

Não há grandes coisas a concluir de um “how-to”. Apenas quero dizer que fiz este artigo, porque penso que ZFS é o sistema de ficheiros mais avançado que existe e tem algumas features que depois de usarmos, quase não conseguimos viver sem elas.

De referir que este artigo não é uma manual de instalação e administração, pois há muito para descobrir no ZFS. Por exemplo, devia ter colocado a pool de sistema num mirror com dois discos, mas foi algo que me esqueci. Também se pode adicionar discos e retirar com o volume online. A nível de tweaks, há muita coisa que se pode fazer e que está documentado, apesar de um pouco fragmentado, pela internet, para os diversos serviços que vão correr em cima deste sistema de ficheiros, como por exemplo um “File server” ou “Database server”, que são coisas completamente diferentes e que muitas vezes precisam de parâmetros diferentes.

Referir também, que usei Solaris 11, mas pode-se usar outros sistemas operativos, como Nexenta, que tem user tools de Debian ou “forks” de OpenSolaris, que acabou, como Illumus ou OpenIndiana.
Pode-se usar também FreeBSD, que tem suporte nativo para ZFS, mas nem sempre com a última revisão deste sistema de ficheiros e também nem sempre com a melhor performance.
Pode-se mesmo usar Linux, via Fuse, onde a performance se vai ressentir ou carregando um módulo de kernel.
As opções à primeira vista parecem restritas, mas neste momento, cada vez mais sistemas operativos têm suporte para ZFS.
Foi pena, apenas, que a Apple tenha tido um suporte inicial de ZFS na sua versão servidor e depois a ter retirado completamente. No entanto, para dizer a verdade, não sei a razão para o terem retirado e podem ter tido boas razões, como instabilidade ou razões legais.

Para fechar. Espero que gostem deste guia e que se puderem, experimentem ZFS. Acho que vale a pena.

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