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Gigabyte GA-AB350N-Gaming WiFi

Fotos

Esta motherboard chega-nos numa caixa de perímetro de tamanho condizente com o conteúdo, mas nem por isso faltou espaço para um grafismo chamativo e colorido, para que não restem dúvidas que a iluminação RGB é um elemento aqui presente.

Na traseira temos as especificações e a descrição de todas as características que a Gigabyte acha merecerem especial destaque.

No interior, como é hábito, encontramos a motherboard em primeiro plano, devidamente protegida pelo seu saco anti-estático.

Por baixo, temos os acessórios e a documentação.

Entre eles contam-se o manual e (ainda) os CDs com drivers e software.

Bem como 2 cabos SATA, o escudo do painel traseiro, um autocolante “Gigabyte GAMING” e a antena externa Wi-Fi.

A antena utilizada pela gigabyte, já nossa conhecida de outras motherboards, incorpora uma base magnética, que se revela muito útil e consideravelmente melhor que soluções que empregam autocolantes.

E, ei-la, a Gigabyte GA-AB350N-Gaming WiFi. Os olhos mais treinados nestas andanças notam, com certeza, que esta motherboard emprega uma distribuição de componentes que foge um pouco ao habitual, com uma concentração de conectores no topo da motherboard, o chipset num estranho canto superior esquerdo e as slots de memória no limite do lado direito. E, sim, aquele conector de energia de 8 pinos…
Nesta escala é notório que o socket AM4 ocupa bastante espaço, particularmente devido aos apoios de retenção integrados, o que obriga os fabricantes a alguma criatividade no desenho de boards tão diminutas como as mini-ITX. A Gigabyte diz que o design aqui implementado maximiza a compatibilidade com coolers de maiores dimensões e anuncia 100% de compatibilidade com o AMD Wraith MAX, talvez num piscar de olho aos fabricantes de sistemas completos.


Na traseira destaca-se a slot M.2, uma solução habitual em board mini-ITX. Esta slot suporta drives de 60 e 80mm de comprimento.

O nosso habitual apanhado da zona do socket engloba a motherboard inteira, neste caso.

Pormenor do circuito de alimentação. Este circuito aparenta ser constituído por 6 fases, provavelmente numa topologia 4+2, 4 para os núcleos e 2 para o restante SOC. Não é tão complexo como o que se encontra em algumas mortherboards de maiores dimensões, nem podia ser, por restrições de espaço, mas deverá ser perfeitamente capaz de sustentar a longo prazo overclocks com voltagens moderadas.
Na traseira do circuito de alimentação é possivel ver o conector de energia de 8 pinos, numa posição muito pouco ortodoxa, ladeado pela pilha de lítio à esquerda e o módulo WiFi+BT à direita. Este é um módulo dual-band 2.4/5GHz fornecido pela Intel, com suporte a 802.11ac e que integra ainda Bluetooth 4.0. 

No topo da motherboard temos um conector de 4 pinos para ventoinha de sistema, conectores internos USB2.0 e USB 3.0, para o painel frontal, os conectores de energia, reset e leds do painel frontal, 4 portas SATA e o conector de energia ATX de 24 pinos.

O fundo é dominado pela slot PCIe x16, que incorpora um reforço metálico. Á direita desta temos concentrados o conector audio do painel frontal, um conector TPM, o jumper CLEAR CMOS, um conector interno S/PDIF e um conector de 4 pinos RGB de 12V, para a iluminação integrada do cooler stock ou outros componentes de iluminação RGB. À esquerda, adjacente às slots de memória, situa-se o conector de 5 pinos RGBW.
O áudio integrado está a cargo de um ALC1220, a actual solução de topo da Realtek.

No painel traseiro temos: duas portas USB 2.0, uma porta P/S2 para rato ou teclado; duas fichas SMA para a antena wireless externa; uma porta HDMI 1.4, uma porta DisplayPort 1.2; duas portas USB 3.1 Gen2 (10Gb/s); duas portas USB 3.0; uma porta Gigabit ethernet, duas portas USB 3.0; 6 conectores áudio de 3,5mm.

Montagem

Para nós, e para os utilizadores da maior parte das caixas mini-ATX mais compactas, o primeiro passo é obrigatoriamente a montagem da drive M.2, devido à sua localização na traseira da motherboard.

De seguida instalamos o nosso Ryzen 7 1700 e os suportes para o recentemente analisado Noctua NH-L9x65, que nos pareceu assentar bem nesta motherboard.

Dissipador e memórias, já nos respectivos lugares.

Pormenor do conector da ventoinha do CPU, e, por trás, o cabo de alimentação de 8 pinos.

Ter um cabo de alimentação à frente do painel traseiro não será o arranjo mais prático do mundo, mas foi o possível, na nossa benchtable. Não será, com certeza, um problema num sistema normal.
Ainda assim, a localização do conector de 8 pinos promete muitas dores de cabeça aos fanáticos do cable management.

Por fim, já com a placa gráfica e pronto para os testes.

Para perspectiva, note-se como até uma relativamente modesta GTX 960 parece absolutamente gigante, comparada com o resto do sistema.
O nível de miniaturarão conseguido pelo formato mini-ITX, sem quebrar compatibilidade com os formatos e componentes pré-existentes, é realmente espantoso.


R

G

B

Que combinados dão branco. como já deu para perceber, a motherboard integra iluminação RGB que pode ser programada, junto com os dois conectores extra, via o software próprio da Gigabyte ou directamente na BIOS.

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