Guia de compra: Monitores

por a 22 Setembro 2017 em Guias

Na hora de escolher um monitor, os utilizadores normalmente apenas sabem o tamanho que querem. E por vezes, a resolução. Mas há muito mais num monitor além destes dois aspectos. Neste guia vamos tentar resumir todos esses aspectos e dar algumas sugestões que facilitem a busca do monitor perfeito.

Tamanho e formato:

O tamanho dos monitores é habitualmente designado como polegadas (abreviado para “) e refere-se ao número de polegadas da diagonal do ecrã.

É possível encontrar monitores do mais variados tamanhos, com as diagonais mais comuns a cobrirem o espectro das 15” às 40”. A massificação dos ecrãs planos e a consequente quebra do preço tem reduzido cada vez mais a expressão dos tamanhos mais pequenos, sendo cada vez mais difícil encontrar monitores abaixo das 20”. Na verdade, monitores de 22-24” são hoje o standard, e a tendência é para serem substituídos por painéis ainda maiores, com monitores de 27” a 30” a serem opções cada vez mais comuns. Entre os formatos, o 16:9 domina completamente, tendo substituído o outrora popular (e ainda saudoso, para muitos) 16:10 e o antigo 4:3, que dominou a era dos “caixotes” CRT. Os último anos têm visto também o formato 21:9, ou “ultrawide” ganhar popularidade, quer entre jogadores, devido à maior imersão permitida, quer entre profissionais que procuram estender a sua área de trabalho sem recurso a soluções multi-monitor.

Tecnologia do painel:

Longe vai o tempo dos grandes caixotes baseados em tubos de raios catódicos. Enquanto esperamos pela prometida mas sempre adiada revolução OLED, só os painéis LCD se mantêm realmente relevantes neste mercado. Entre estes podemos distinguir 3 grandes categorias:
– Painéis TN: esta é a tecnologia mais antiga e também a que acarreta menores custos, o que a torna ainda a mais comum. Pela positiva, tem os tempos de resposta muito baixos, que a torna particularmente indicada para jogos, e a melhor transmissibilidade de luz, facilitando a produção de monitores brilhantes com baixo consumo de energia. Pela negativa, tem a pior qualidade de imagem de todas as tecnologias, devido ao baixo contraste, fraca reprodução de cores e ângulos de visualização muito estreitos. Sendo a tecnologia mais comum, a qualidade também varia imenso dentro da categoria, com os melhores painéis, que hoje em dia são perfeitamente capazes de oferecer uma imagem muito razoável e relativamente consistente, a sofrerem um pouco com a má fama derivada dos painéis de pior qualidade, que produzem distorções de cor apenas com o movimento natural da cabeça. Assim, a compra de um painel deste tipo exige particular atenção e investigação.
– Paineis IPS: este tipo de painel oferece as melhores cores e melhores ângulos de visão do mercado. Por este motivo são a escolha natural dos profissionais das artes gráficas, fotógrafo, etc. O contraste também é superior aos painéis TN, embora ainda não chegue ao nível dos painéis VA que iremos abordar já de seguida. Inicialmente uma tecnologia muito cara e com tempo de resposta muito elevados, os últimos anos têm visto o preço deste tipo de painel cair a pique, e os tempos de resposta a melhorar consideravelmente. Por esse motivo, esta tecnologia tem vindo a substituir gradualmente os painéis TN como o standard do mercado, com as gerações mais recentes a começarem a entrar até na fortaleza do TN, o mercado gaming.
– Paineis VA: estes painéis têm na capacidade reprodução do preto e, consequentemente, no elevado contraste produzido o seu ponto mais forte, que lhes permite oferecer uma muito boa qualidade de imagem. Os ângulos de visualização e a reprodução de cores também são de bom nível, particularmente quando comparados com painéis TN. Infelizmente, um problema crónico com o tempo de resposta em algumas situações mais extremas e os custos de produção ainda algo elevados têm mantido esta tecnologia um pouco à margem das outras duas.

Resolução total e “DPI”:

Aqui é importante distinguir dois conceitos: resolução total e resolução espacial.
A resolução total é, como o nome indica, o número total de pixels do painel e é indicada simplesmente pelo número de pixels horizontais X pixels verticais. Exemplo: 1920×1080.
A resolução espacial é a quantidade de pixels por unidade de área do ecrã e é normalmente medida em pixels por polegada (DPI). Esta resolução é directamente proporcional à resolução total e inversamente proporcional ao tamanho do ecrã, isto é, a mesmo resolução total produz resoluções espaciais tanto maiores quanto mais pequeno for o painel. A mesmo resolução total produz resoluções espaciais tão mais elevadas quanto menor for o tamanho do ecrã. A resolução espacial, junto com a distância de visualização, tem impacto na capacidade dos utilizadores distinguirem os pixels individuais, tendo grande influência no conforto de utilização dos monitores.
Resoluções superiores produzem imagens mais detalhadas, oferecem áreas de trabalho maiores, e podem melhorar bastante o conforto de utilização. Por outro lado, resoluções maiores podem aumentar consideravelmente o custo, exigir hardware mais poderoso, particularmente em aplicações gráficas, como jogos, e introduzir problemas de escala com os sistemas operativos (monitores de elevado DPI). Em geral, o utilizador deverá ponderar até que ponto uma resolução superior lhe trará benefícios para a sua utilização particular.
Usando como exemplo um monitor de 27”, um utilizador que apenas queira jogar e ver filmes ficará provavelmente perfeitamente servido com a comum resolução 1080p (1920×1080), já que utilizará o monitor a uma distância maior e esta é uma resolução que exige menos do hardware para produzir uma boa experiência de jogo. Já um utilizador que dê primazia à leitura e edição de texto ou imagem, por exemplo, poderá beneficiar imenso da maior área de trabalho e do conforto de uma maior resolução espacial permitidas por uma resolução total superior, como 1440p (2560×1440) ou mesmo 4K (3840×2160).

Taxa de actualização (refresh rate):

A taxa de actualização do painel indica a rapidez a que a imagem apresentada é actualizada. A taxa mais comum é 60Hz, ou seja, 60 vezes por segundo. Este valor é mais do que suficiente para a grande maioria das utilizações, mas existem casos onde valores superiores são desejáveis, nomeadamente quando o conteúdo do ecrã muda a grande velocidade, como é o caso dos jogos com acção mas frenética. Nestes casos, taxas de actualização superiores permitem apresentar um maior número de frames no mesmo intervalo de tempo e produzem uma imagem com maior suavidade de movimento. Por este motivo, monitores com taxas de actualização superiores aos tradicionais 60Hz foram introduzidos e apontados especificamente à comunidade “gamer”. Inicialmente, modelos com taxas de 120 e 144Hz foram introduzidos. Hoje em dias já existem modelos capazes de fazerem até 240Hz e é provável que valores superiores surjam num futuro próximo. Entre a comunidade o consenso é que o salto de 60 para 120/144Hz é o mais significativo, com os passos seguintes a trazerem apenas ganhos incrementais e cada vez mais difíceis de discernir.
Outro aspecto ligado à taxa de actualização é o fenómeno de quebra de imagem (tearing) durante os jogos, associado à falta de sincronia entre a taxa de frames produzida pelo GPU e a taxa de actualização do monitor. Durante anos a única solução para este problema passava por activar a sincronização vertical, que resolvia o problema da quebra, mas introduzia maior latência na resposta do jogo aos comandos, bem como soluços desagradáveis na acção. Para combater este problema as tecnologias G-Sync e Freesync foram introduzidas. Ambas servem o mesmo propósito, sincronizar a taxa de actualização do monitor com a taxa de frames produzida pelo sistema, teoricamente produzindo uma imagem de suavidade perfeita, sem qualquer quebra, soluço ou atraso. Num mundo ideal, apenas uma tecnologia existiria e seria universalmente suportada, mas na realidade, o G-Sync foi desenvolvido e é suportado pela NVidia e acarreta um custo acrescido ainda considerável, por ser uma tecnologia proprietária. O Freesync foi desenvolvido pela AMD como uma alternativa livre ao G-Sync e foi entretanto adoptado como standard da industria, mas não é suportado pela Nvidia, que prefere, naturalmente, continuar a vender a sua própria tecnologia. No fim, a opção por um ou outro depende do sistema (e carteira) de cada utilizador.

Ligações:

Este é outro aspecto que requer alguma atenção, de modo a evitar corridas de emergência às lojas em busca de cabos adequados ou adaptadores de portas de vídeo.
O monitores mais baratos normalmente apenas possuem uma ou duas ligações, com as gamas superiores a oferecerem um conjunto de possibilidades mais vasto. Os cabos de vídeo costumam ser incluídos, mas apenas de um tipo, normalmente o mais barato das opções disponíveis. É preciso também ter em consideração que nem todas as portas suportam todas as resoluções, taxas de actualização ou tecnologias, sendo por vezes necessário utilizar uma porta especifica para ter acesso a determinada tecnologia, apesar de outras serem também disponibilizadas.
As portas que se podem encontrar hoje em dia são:
VGA: o velhinho e analógico VGA recusa-se a morrer, muito devido à enorme base instalada de material que o usa, particularmente em ambiente industrial, empresarial e instituições de ensino. no mercado de consumidor é uma aparição cada vez mais rara, mas ainda é possível encontra-lo nos monitores de entrada de gama, onde muitas vezes é a única opção e, também, no outro lado do espectro, nos monitores de gama mais elevada, particularmente nos orientados ao mercado profissional, onde ainda surge como opção complementar a portas mais modernas.
DVI: o DVI, em todas as suas versões, ainda é uma porta relativamente comum, e não fica a dever nada em qualidade de imagem aos seus sucessores digitais, mas o tamanho da ligação e a falta de suporte para resoluções muito elevadas, como 4K, bem como para tecnologias como G-Sync está a ditar a sua extinção, a pouco e pouco.
HDMI: inicialmente uma variante algo limitada do DVI dedicada ao home-cinema, a rápida evolução deste standard, com a introdução de suporte a novas resoluções e tecnologias, permitiu que se cimentasse como o standard de facto também no mercado da informática de consumidor. A revisão mais recente, 2.0, suporta resoluções até [email protected]
DisplayPort: teoricamente, o verdadeiro sucessor do DVI como standard da industria, o DisplayPort é o interface mais avançado, andando sempre um passo à frente no que toca a suporte para novas tecnologias, resoluções e formatos. Infelizmente, embora presente em quase todas as placas gráficas modernas, é uma porta menos comum entre os monitores, que em geral suportam HDMI no seu lugar.

Para informação mais detalhada sobre estes e outros assuntos, recomendamos a leitura do guia pormenorizado disponível no fórum.
Nas próximas linhas deixamos algumas sugestões dentro das categorias de utilização mais típicas.

 

Utilização geral:

Quem procura um monitor relativamente simples, polivalente e com boa qualidade geral para acompanhar o PC lá de casa, tem no LG 22MP58 e nos ASUS VX229H excelentes opção, por 120€ e 130€ respectivamente. O ASUS integra colunas, um pequeno extra que muitos podem considerar útil. Por 150€ é possível optar pelas versões ligeiramente maiores destes modelos, nomeadamente, o LG 24MP58 e o ASUS VX239H, também disponível em branco. Por 170€, o LG 24MP68 acrescenta o suporte à tecnologia freesync ao 58.
Por fim, por 200€ já é possível dar o salto para as 27”, com opções como o LG 27MP38, o Samsung S27 F350 ou o DELL SE2717H, este último incluído até Freesync. Menção ainda para o ASUS VX279H, disponível por 220€, e para a variante com DisplayPort VX279Q, à venda por mais 10€.
Todos estes monitores usam painéis IPS 1080p de 60Hz, capazes de oferecer boa qualidade de imagem e desempenho em qualquer situação, por preços muito razoáveis. Em face de produtos como estes, é-nos cada vez mais difícil justificar a opção por painéis TN de baixo custo, com todas as desvantagens que lhes são conhecidas.
Deixamos ainda uma menção especial para o BenQ BL2420PT, que oferece um painel VA com a resolução de 2560×1440 por 240€, para os que preferem resolução acima de tudo. Além de uma área de trabalho superior, esta resolução total em apenas 24” tem o bónus de oferecer uma resolução espacial bem acima da média.

Gaming:

Para os que procuram um monitor essencialmente para jogar e dão primazia à fluidez, mesmo que sacrificando outros aspectos, não há como fugir das opções com taxas de actualização elevadas. Os últimos tempos têm visto novidades a chegar ao mercado numa base quase semanal, com taxas de actualização cada vez mais altas, resoluções mais elevadas, painéis IPS e VA num mercado anteriormente dominados por TN, suporte a Freesync e G-Sync, e preços… muito pouco simpáticos. Infelizmente, com uma tal cadência de produtos a roçar os limites da tecnologia, os problemas de controlo de qualidade também tem sido em número bastante acima do desejável. Aqui deixamos a sugestão de algumas das apostas mais seguras e com provas dadas. Para as últimas novidades e informações mais recentes sobre um dado modelo, sugerimos a consulta da nossa, sempre bem informada, comunidade.
A abrir temos 3 opções de 24” e 144Hz: O BenQ/Zowie XL2411, o ASUS VG248QE e o LG 24GM79G, todos a rondarem os 270€. O LG distingue-se pela inclusão de Freesync. Um pouco acima, por 300€, encontramos o ViewSonic XG2401, que utiliza o mesmo painel do BenQ XL2411 mas adiciona também suporte para a tecnologia Freesync. Todos estes monitores usam painéis TN com resolução 1080p.
Subindo de tamanho e resolução, encontramos os ASUS MG278Q a oferecer um painel TN de 27” 1440p capaz de 144Hz e com suporte a Freesync por 500€. Esticando o orçamento até aos 600€, o ASUS MG279Q oferece o mesmo mas com um painel IPS.
Quem procurar opções semelhantes mas com suporte a G-Sync, não escapa à taxa da NVidia, com a versão TN, na forma do ASUS PG278Q a custar 700€ e a IPS, na forma do ASUS PG279Q a chegar aos 800€. Para compensar, este último tem a possibilidade de chegar aos 165Hz, mediante overclock.
No topo da cadeia alimentar deste nicho encontramos actualmente modelos como o ASUS PG348Q e o Acer Predator X34, que oferecem painéis IPS ultrawide de 34”, com resolução de 3440×1440, capazes de 100Hz e com suporte a G-Sync. Com tudo isto, não é muito surpreendente que o preço seja superior ao milhar de euros.

Imagem/Video:

Para os entusiastas e até profissionais da imagem, vídeo e artes gráficas, a opção passa quase exclusivamente por painéis IPS, devido à superior fidelidade na reprodução de cores que estes oferecem. Neste nicho é normal as recomendações passarem muito pelos modelos da Dell, particularmente pela gama Ultrasharp, devido à excelente calibração de fábrica que os caracteriza, bem como a inclusão de várias possibilidades e conexão, bases com boas possibilidades de regulação e extras como hubs USB, etc.
Começando por baixo, temos o Dell U2414H, para quem se contentar com uma resolução de 1080p. Este monitor oferece um painel IPS de 24” com excelente calibração de fábrica por cerca de 200€.
Por 350€, é possível fazer o “upgrade” para 1440p, com o Dell U2515H, com a versão de 27”, o Dell U2715H a obrigar a 100€ de investimento extra. Antes de se optar por este ultimo apenas pelo maior tamanho, lembramos que a versão de 25” acaba por ter melhor resolução espacial, o que pode ser uma vantagem para alguns.
Para os que procuram tamanhos ou resoluções superiores, temos algumas sugestões nas próximas secções.

Ultrawide:

O ultrawide, ou 16:9, tem vindo a ganhar popularidade. Para uns é a área de trabalho extra que serve de atracção, para outros é maior imersão que este permite, quer em jogos, quer em filmes, que podem ser vistos sem as habituais barras pretas. Seja qual for o motivo, as opções são cada vez mais e melhores, pelo que deixamos aqui algumas sugestões exclusivamente neste formato.
A opção mais em conta dentro deste nicho passa pelo LG 25UM58, que se encontra a partir dos 170€. Alertamos, no entanto, para o facto de, apesar das 25”, o painel deste monitor ser um pouco baixo, mais baixo até que um monitor 16:9 de 21.5”, devido ao formato ultrawide, o que pode causar estranheza a alguns.
Quanto a nós, o verdadeiro ponto de entrada no ultrawide situa-se nas 29”. estes monitores têm painéis da mesma altura que monitores 16:9 de 24”, com o beneficio da área lateral extra, permitida pela resolução de 2560×1080. A abrir este segmento temos o LG 29UM58-P, disponível por 250€. Por mais 50€, o sucessor LG 29UM68-P acrescenta suporte a Freesync, o que o torna particularmente indicado para jogos.
No escalão seguinte encontramos os modelos de 34”. Ainda com a resolução de 2560×1080, encontramos o LG 34UM68-P. Com suporte a Freesync e disponível por cerca de 450€, este modelo é particularmente indicado para uma utilização que passe essencialmente pelo consumo de conteúdo, nomeadamente jogos e filmes. Quem procura um destes monitores para trabalhar, a opção pelos modelos com resolução de 3440×1440 é quase obrigatória. Mais do que o aumento da resolução na largura, a vantagem está na altura que passa de 1080 pixels para 1440 o que permite ver mais conteúdo na vertical, muito útil para documentos ou navegação na net por exemplo. Entre eles, os LG 34UC88-B e Dell U3415W, disponíveis por valores a rondar os 750€, destacam-se pelo ecrã curvo, que permite tirar partido da largura disponível com maior conforto.
Mais recentemente foram introduzidos modelos de 38” com a resolução de 3840×1600, baseada em 4K, nomeadamente o LG 38UC99-W e o Dell U3818DW, disponíveis por 1300€ e 1600€, respectivamente. Não sabemos até que ponto estes monitores serão práticos, mas ao termos mais feedback actualizaremos esta informação.

4K:

Para terminar, deixamos algumas sugestões de modelos exclusivamente 4K, para quem quiser desde já precaver-se para o futuro.
Começamos com o Samsung U24E590D, que por 330€ oferece um painel IPS 24” 4K com suporte a Freesync. A versão de 28” encontra-se disponível por 400€ e deverá permitir tirar ainda melhor partido da resolução 4K.
Os profissionais encontram uma excelente opção no Dell P2715Q, por cerca de 650€, e os que o conseguirem justificar, têm disponível o Dell UP3214Q por uns redondos 1000€, o representante 4K 32” da gama UltraSharp.
Para terminar, damos a conhecer algumas opções pouco convencionais, que poderão encaixar-se nas necessidades particulares de alguns utilizadores, são eles o Philips BDM4037U, o Philips BDM 4350 e o LG 43UD79-B. Estes monitores, com preços entre os 600 e os 700€ têm diagonais entre as 40” e as 43”, mas graças à resolução 4K oferecem resolução espacial semelhante a um monitor 1080p de 22”.

Notas finais

A recomendação de produtos tem sempre desafios que não conseguimos ultrapassar. As necessidades individuais são sempre diferentes de pessoa para pessoa e podem as recomendações gerais serem curtas para o que necessitam. A disponibilidade de um ou outro modelo pode não existir e a opção terá que recair noutro modelo. As marcas por frequentemente também não ajudam porque apresentam imensos modelos diferentes por vezes acrescentando muito pouco. As especificações nem sempre são claras. No fórum encontram tópicos sobre os mais diversos assuntos com ajuda de uma imensa comunidade em que cada membro pode dar a sua perspetiva sobre a melhor opção muitas vezes porque são experts na matéria, outras vezes porque têm o equipamento em causa e podem dar a sua opinião com conhecimento de causa.

Nós iremos actualizar esta informação com alguma regularidade, não com a última novidade mas mais com monitores que são realmente bons valores. A compra do último grito não terá em linha de conta algum problema que possa ter escapado á marca nos testes que realizou antes do lançamento e normalmente acarreta sempre um custo extra próprio das novidades.

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