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Unboxing: Motherboard Gigabyte Z690 UD

BIOS

Esta motherboard chegou-nos com uma versão da BIOS, F2, datada de Agosto, que desconfiamos ser ainda de pré-produção, já que prontamente nos deu problemas, não reconhecendo qualquer SSD NVMe como unidade de armazenamento. Além disso, a Gigabyte apenas lista na página da motherboard BIOS a partir da versão F4, indicada como “First Launch Release”. Após algum tempo perdido com outras tentativas de resolução, o problema desapareceu com a atualização da BIOS para a versão mais recente disponível na altura, a F5a.
Ainda assim, mesmo numa era conectada onde atualizações à posteriori são lugar comum, não consideramos aceitável que um produto siga para as prateleiras com problemas básicos de funcionalidade e é algo a que a Gigabyte deveria dar mais atenção no futuro.

Problemas iniciais à parte, a BIOS desta motherboard é informativa, bem estruturada, e fácil de utilizar, com todas as opções comuns e umas quantas novas, relacionadas com as particularidades da arquitetura Alder Lake e da DDR5. É a estas que faremos agora uma rápida introdução.

O básico não mudou muito, continuamos ter opções de overclock automático do CPU e de configuração rápida da memória, via perfis XMP, que ativam rapidamente velocidades superiores à base.

Nas opções avançadas do CPU as possibilidades de ajuste dos mais diversos pormenores são extensas.
Uma opção introduzida na versão F5a foi o modo de compatibilidade com jogos antigos. Esta opção permite parquear os núcleos eficientes de modo a evitar problemas de compatibilidade com jogos não preparados para lidar com arquiteturas heterogéneas.

Existe a possibilidade de ajustar o máximo turbo de forma separada não só entre núcleos P e E, mas também de forma individual para cada núcleo.
Da mesma forma, é possível desativar núcleos individualmente. A única limitação aqui é a necessidade de se ter sempre pelo menos um núcleo P ativo. Os E podem ser desativados na totalidade.

Mais um exemplo da extensa granularidade de controlo que nos é dada nesta plataforma.

Do lado da memória, o ajuste dos timings não é muito diferente do que estamos habituados, embora agora com números mais elevados.

Nas voltagens existem uns acrónimos novos a aprender do lado do CPU.

Mas a grande novidade está do lado das memória, onde graças à interação da regulação de voltagens nos próprios módulos se torna agora possível ajustar a voltagem de cada módulo individualmente.


Com isto temos a nossa nova benchtable finalmente montada. Fiquem atentos, porque já não fala muito para vos mostramos do que ela é capaz.

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