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Bank of America nega serviço à Wikileaks

A novela Wikileaks está longe de acabar… Grandes quantidades de informação confidencial foram revelados, e, quase todos os dias, surgem novas relevações. Mas, como se alimenta esta enorme máquina? De donativos de milhares de pessoas por todo o mundo. O problema é que esses donativos passam por outras instituições, como bancos e agências de crédito, que estão  cada vez mais a recusar os seus serviços à Wikileaks.

Depois da Paypal, Mastercard e Visa, mais uma agência financeira, a Bank of America, recusa os seus serviços à Wikileaks. As razões apontadas são, e cito: “Esta decisão é baseada na nossa razoável crença de que a Wikileaks pode estar envolvida em actividades que são, entre outras coisas, incosistentes com as nossas políticas internas no que toca ao processamento de pagamentos”. Os fundos que chegam às mãos dos responsáveis pelo site começam assim a ser limitados, pondo em risco a publicação de novas informações.

Esta decisão pode ter sido baseada em declarações de Julian Assange à Forbes, que admitiu que, em breve, seriam reveladas informações relativas a um banco americano,  nunca referindo quaisquer nomes. Ainda assim, numa anterior entrevista, à Computer World, Assange dizia ter em sua posse informação relativa ao Bank of America. Foram também feitas algumas declarações no Twitter da Wikileaks, apelando a todos os que tivessem contas no Bank of America que colocassem o seu dinheiro num local mais seguro…

Resta agora saber se o Bank of America não será também alvo da ira de milhares de hacktivistas, ou se já todos esqueceram um pouco o caso.

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