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G.Skill Trident Z Royal

2x8GB DDR4 3200MHz

O software

Para controlar o novo sistema de iluminação presente nas Trident Z Royal é necessária uma também nova aplicação, que pode ser descarregada da página da G.Skill, onde se encontra listada na secção de downloads sob o nome Trident Z Royal Lighting control. O software anterior, dedicado às Trident Z RGB, não é compatível com estas memórias.

A nova aplicação tem um interface mais próximo ao restante software da G.Skill, o que nos leva a crer que é desenvolvida inteiramente pela marca, ao contrário da versão para as RGB originais que é derivada do software Aura da ASUS. 

Aqui é possível escolher entre diversos efeitos e personalizar uma grande parte deles. A aplicação dá um grande nível de controlo sobre cada uma das 8 zonas de iluminação de cada módulo. É também possível sincronizar todos os módulos presentes no sistema, ou controla-los individualmente. As possibilidades são imensas e certamente estarão à altura dos desejos de qualquer aficionado do RGB.   

Configuração e overclock

Este kit em particular utiliza ICs da Hynix, mais concretamente, Hynix M-die (MFR) de 8Gb. 
É sabido que a plataforma AM4 teve uma infância difícil, no que toca à compatibilidade com memória de alta frequência. E os ICs da Hynix foram, durante muito tempo, vitimas de uma animosidade particularmente feroz, por parte dos controladores de memória dos Ryzen. 
Pois bem, após sucessivas revisões de micro código, por parte da AMD, e respectiva implementação nas BIOS, por parte dos fabricantes de motherboards, eis que estamos aqui hoje com a nossa primeira board AM4, a MSI B350 Tomahawk, munida da BIOS mais recente à data deste artigo (7A34v1K), e o nosso primeiro Ryzen, o 1700, onde bastou activar o perfil XMP para que este kit baseado em ICs Hynix arrancasse sem qualquer problema com a frequência e latências nominais:

Não apenas isso, como ainda chegou aos 3333MHz sem esforço:

Trocando para o Ryzen 5 2400G, com o seu controlador de memória refinado, conseguimos ainda 3400MHz com as mesmas latências, e 3466MHz, com latências mais relaxadas.

Tentamos ainda os 3600MHz, com que conseguimos o POST e navegar na BIOS, mas entrar no Windows revelou-se impossível, resultando invariavelmente em ecrãs azuis. Provavelmente apenas uma questão de afinar voltagens, algo que deixaremos para os mais afoitos. 

Parece-nos seguro afirmar que os problemas da plataforma AM4 com memórias de frequências mais altas estão largamente debelados, e 3200MHz, deverão ser, hoje em dia, facilmente obtidos pela grande maioria das combinações de CPU, board e memórias.

Parece-nos igualmente seguro afirmar que os resultados em plataformas Intel deverão ser no mínimo tão bons, e possivelmente melhores, como os que obtivemos aqui. 

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