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AMD A-Series Apu

Detalhes técnicos e Benchmarks

A esta parte da apresentação, a AMD chamou de “Backup”. Eu penso que deveria ter o nome de “Detalhes técnicos e benchmarks”.

Do lado direito deste slide, podemos ver a estrutura desta plataforma. O “Llano” que é compostos pelos cores x86, o Gpu, controlador de memória, northbridge e Unified video decoder da geração 3. Este chip liga-se a uma southbridge “Hudson” M2 ou M3.
Do lado esquerdo podemos ver alguns detalhes interessantes:
Duas saídas de video.
Blu-ray 3D.
Usb 3.0.
Sata 3.

Neste slide, temos o diagrama dos cores x86. É basicamente um Phenon II sem cache L3.
Na parte de baixo temos a frequência normal e máxima com turbo core. De verificar que num quad core a 35 Watts, o salto pode ir até 900 Mhz.

Aqui temos a listagem e especificações dos produtos para o mercado de portáteis.

Aqui temos um destaque Vision Engine e às tecnologias que ele suporta.

O Vision Engine é composto por três componentes. Os 400 stream processors, o motor de video e o software que fica “por cima” destes dois componentes. Isto tem os benefícios descritos no slide.

Temos aqui exemplos de como ele pode melhorar a qualidade de video. Destaque também para o suporte em 10-bit, o que é bom para quem tenha um monitor que suporte tal output.

Aqui temos o suporte para uma gráfica externa, que, quando o portátil está ligado à corrente, deverá ter mais poder de processamento que a gráfica integrada.

Este slide mostra os ganhos em se usar um Apu AMD com uma placa gráfica AMD ao mesmo tempo, comparando o mesmo cenário com um processador da Intel.

Aqui temos os primeiros benchmarks com este APU, no 3D Mark Vantage e 11.
É dado destaque que a gráfica integrada da Intel não suporta Directx11 e que mesmo um quad core Intel com uma gráfica AMD, é mais lento que os Apus da AMD.

Uma comparação em dois jogos, da diferença de performance entre DirectX9 e Directx11.
De notar que falta uma comparação com Directx10.

Aqui é explicado que num jogo, os recursos do processador e da gráfica são ajustados dinamicamente, para não serem usados cores que não sejam precisos.

Aqui temos uma comparação em quatro benchmarks, entre o A8 e o Core i5 e entre o A6 e o Core i3.
Penso que o benchmark mais abrangente e mais importante dos quatro é o PC Mark Vantage.

Benchmarks em jogos, com os mesmos processadores e usando a gráfica integrada. A parte gráfica é o mais forte no produto da AMD, por isso não é surpresa que ganhe. Como a gráfica da Intel não suporta Directx11, é normal que falhe em alguns jogos.

Performance em alguns jogos OpenGL, onde se nota bastante a diferença.

Comparação de algumas features entre o Intel Core i3 e o AMD A6, onde o AMD é mais forte.

Esta tabela indica que os developers irão passar a usar DirectCompute e OpenCL, que utiliza o poder da gráfica. No entanto falta ali o Cuda, que ainda domina nesse mercado.

Partners a nível de desenvolvimento que usam ou vão passar a usar OpenCL e DirectCompute.

Neste slide, além da comparação com a Intel, também é feita uma comparação da plataforma da AMD do ano passado. Neste ponto, não há dúvida que esta plataforma é melhor que a do ano passado.

Aqui está um roadmap muito interessante, primeiro porque a Série A irá abandonar o core do Phenom para passar para o Bulldozer e depois porque a Série E terá um quad core.

Aqui está a imagem geral do roadmap para desktops, para 2011 e 2012.
Podemos notar que em 2011 o topo de gama será o Bulldozer e em 2012 a Série A utilizará o core do Bulldozer.
Falta saber se nos topo de gama a AMD integrará um Gpu com o processador.
A nível de gráficas, confirma-se a “Nothern Islands” para este ano.

Aqui a AMD pensa que esta tecnologia também será importante no mercado empresarial, pelas tecnologias em si, pelos developers e suas aplicações e pela duração da bateria.

Aqui ficam as “letras pequenas” com o pormenor de cada teste. É sempre importante ler esta secção, apesar de cada vez as letras serem mais pequenas.

Por fim, o disclaimer e os trademarks.

Conclusão

A nível de valor, para o utilizador comum, desta nova proposta da AMD é difícil tirar conclusões, sem ter o produto e a partir apenas de uma apresentação.

No entanto, acho que podemos tirar algumas conclusões.

Primeiro, esta proposta é bem melhor que o que AMD tinha em 2010, especialmente no mercado de portáteis. Sabe-se que, por exemplo, a HP terá vários portáteis com esta plataforma e sendo a maior OEM do mercado, isso não acontece por acaso.

Segundo, a integração dos componentes num computador está a ser cada vez maior e se começou primeiro num segmento mais baixo, nesta altura começa a haver propostas interessante numa gama média/alta.
Penso que este rumo irá continuar. Veremos SOCs completos na gama baixa e depois irá subir no mercado.

Outra conclusão que retiro é que cada vez mais, uma gráfica integrada, serve perfeitamente para um número grande das pessoas.
Penso que esta tendência vai continuar e especialmente o mercado de placas gráficas de menos de 100€ deixe de fazer sentido.
A questão é saber até que ponto, a nível de performance, uma gráfica integrada conseguirá chegar a uma placa gráfica.
Não é a morte das placas gráficas, mas o mercado pode seguir esse caminho, até ao ponto onde só faça sentido no mercado de gamers que joguem os jogos mais recentes e pesados a nível de recursos.

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